sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Quadrilha presa é suspeita de explodir e assaltar bancos em três estados do Nordeste entre os presos existe pessoas de Jataúba,Taquaritinga do Norte e Santa Cruz do Capibaribe

Grupo desarticulado pela polícia é suspeito de sitiar, ao menos, sete cidades pernambucanas durante as investidas criminosas. Segundo delegado, um vereador da Paraíba também foi detido na “Operação Sem Divisas”.


A polícia Civil de Pernambuco conseguiu desarticular, nesta sexta-feira (27), uma quadrilha acusada de explodir e assaltar bancos em, pelo menos, três estados do Nordeste. O grupo é teria sitiado, ao menos, sete cidades pernambucanas durante as investidas criminosas. De acordo com o delegado Darlson Macedo, um vereador da Paraíba também foi detido na “Operação Sem Divisas”.

Além de Pernambuco, segundo o delegado, a quadrilha atuava no Rio Grande do Norte e na Paraíba. Entretanto, há a possibilidade da organização ter realizado ações em outros estados do Nordeste. 


Nessas prisões existe oito pessoas das cidades de Jataúba, Taquaritinga do Norte e Santa Cruz do Capibaribe
Resultado de imagem para VEREADOR MOISES MAIS VOTADO DE ALCANTIL
“Um vereador foi preso na Paraíba. Nesse estado, fizemos prisões em Campina Grande e Alcantil”, destacou Macedo, que é gestor de controle operacional da Diretoria Integrada Especializada (DIRESP).

Nove suspeitos de envolvimento em explosões de bancos foram presos na manhã desta sexta-feira (27) na Paraíba. Foram três prisões na cidade de Alcantil, entre eles um vereador, mas também houve prisões em Campina Grande e Alagoa Grande.

Um vereador do município de Alcantil suspeita de envolvimento em explosões de instituições bancárias. Moisés Marques de Sousa (PV), de 36 anos, vereador mais votado do município, foi preso durante uma operação da Polícia Civil, assim como outras oito pessoas.

Moisés obteve 419 votos nas eleições de outubro e, segundo a polícia, integra uma quadrilha especializada em praticar crimes contras bancos localizados na Paraíba e Pernambuco.



Durante as buscas, foram apreendidas 3 pistolas (.45, 9mm e 380) e aproximadamente R$ 3 mil. Outras seis prisões ocorreram em Alcantil, uma em Campina Grande e outra em Alagoa Grande. A operação foi realizada em conjunto com a Polícia Civil de Pernambuco. Um efetivo de 80 policiais foi empregado na operação.

“Esse grupo é acusado de várias explosões na Paraíba e em Pernambuco. As investigações prosseguem e não descartamos a participação de outras pessoas nessa quadrilha”, explicou o delegado Luciano Soares, responsável pela operação. 
Na Paraíba a quadrilha é acusada de explodir os Bancos de Sumé, Serra Branca, além de Barra de São Miguel, Cabeceiras,etc.

Em Pernambuco, eles são suspeitos de atuarem em, pelo menos, sete cidades. São elas: Macaparana, Machados, São Vicente Ferrer, Santa Cruz do Capibaribe, Taquaritinga do Norte, Jataúba e Orobó. Para Macedo, o grupo tinha uma preferência pelos municípios da Zona da Mata e do Agreste.

“A gente desbaratou essa quadrilha de indivíduos perigosos. Eles eram fortemente armados, numerosos e sentiam a cidade. Essa quadrilha metralhou destacamentos da Polícia Militar, metralhou delegacias. Eles sitiavam as cidades, espalhavam grampos, isolam e realizam ataque”, pontuou.

Ao todo, foram 45 mandados. Dezesseis de prisão temporária, três de condução coercitiva, além de 26 de busca e apreensão. Desses, a polícia conseguiu cumprir 13, sendo três em flagrante.

Dos mandados de prisão decretados, três foram cumpridos contra alvos que já estão no sistema penitenciário. As ordens foram expedidas pelo Juiz da Comarca de Macaparana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco

Com eles foram apreendidos fuzis, metralhadoras, explosíveis, cordéis detonantes e veículos. Uma quantia significativa também foi encontrada com o grupo, porém, ainda não foi contabilizada.

"Desarticulando essa quadrilha a gente vai conseguir diminuir essas investidas criminosas. Outras ações estão em andamento. Estamos atrás dos mandados remanescentes também”, contou o delegado.

As investigações tiveram início há aproximadamente nove meses e foram efetuadas pela Delegacia de Polícia de Roubos e Furtos, do Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri). 

Participaram da ‘Sem Divisas’ 200 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães. A ação conta com apoio de 45 policiais da Paraíba.



Informações do G1 Pernambuco/Do Mais PB



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