quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Um clássico a vista na politica pernambucana em 2018

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A disputa pelo governo de Pernambuco há muito tempo não tinha uma eleição com aspecto de acirramento como o que está se desenhando para 2018. Nas eleições de 1998, Miguel Arraes sofreu uma acachapante derrota para Jarbas Vasconcelos, que quatro anos depois fez barba, cabelo e bigode, elegendo os dois senadores com uma força significativa.

Em 2006, tivemos um acirramento no primeiro turno com as três candidaturas parelhas, mas quando chegou na segunda etapa, Eduardo Campos venceu Mendonça Filho com mais de um milhão de votos de diferença. Na reeleição de Eduardo, outro passeio, ele atingiu 84% dos votos válidos com uma vantagem ainda maior contra Jarbas Vasconcelos.
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Em 2014 na sucessão de Eduardo, Paulo Câmara foi apoiado pela maior frente política da história de Pernambuco, e as circunstâncias eleitorais permitiram que Paulo atingisse quase 70% dos votos válidos contra Armando Monteiro, numa disputa marcada pela forte comoção gerada pela morte de Eduardo Campos.

Em 2018 por mais dificuldades que Paulo Câmara tenha, é indiscutível o peso da máquina, que enfrentará Fernando Bezerra Coelho, um político experiente e tarimbado em disputas eleitorais. 


Teremos pelas circunstâncias do ano que vem um verdadeiro clássico, eivado de um acirramento jamais visto pois há uma verdadeira guerra fria que está restrita aos bastidores, mas que em breve aumentará a temperatura para encontrarmos uma eleição tão animada quanto foi em 2006.


Edmar Lira


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