terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Michel Temer é candidatíssimo em 2018
Na capital federal a candidatura de Michel Temer a presidente da República já é dada como praticamente certa em outubro. Isto porque no ambiente em que Lula não pode ser candidato e não há um nome que seja pule de dez, o presidente sentado na cadeira tem condições de conquistar alguma popularidade nos próximos meses e chegar competitivo nas eleições de 2018.

O sepultamento da Previdência tirou uma pauta dos petistas, que não terão mais como se arvorar no tema dizendo que o presidente quer acabar com ela. Apesar de não ter mais a reforma no radar neste governo, é muito provável que ele esteja presente na discussão da eleição. Nenhum candidato poderá dizer que o problema não existe, e se disser que não existe terá que provar por A + B que dá pra equilibrar as contas públicas sem reformar a Previdência Social.

O crescimento da economia nos últimos meses já permite uma projeção de pelo menos 3% de crescimento em 2018, com alguns otimistas já falando em 5%. Isso consequentemente dará a Temer a marca de ser o presidente que tirou o Brasil da crise, além do mais, já se fala em um déficit de R$ 110 bilhões para 2018, um número bem menor do que em 2017, evidenciando que as contas públicas estão retomando um caminho de reestruturação.

Esse conjunto de ações, atrelados a uma pauta congressista voltada para a melhora da economia e principalmente as ações objetivando melhorar o problema da segurança pública que Michel Temer bancou através da intervenção militar no Rio de Janeiro, darão ao presidente as condições políticas para se tornar minimamente competitivo. 

Não há mais nenhuma dúvida em Brasília de que Temer tentará o segundo mandato, isso porque ele não tem absolutamente nada a perder, e terá chances reais de viabilizar um projeto, que hoje não é enxergado pela maioria da população, mas que paulatinamente poderá ser levado em conta amparado na retomada da economia que é sempre o tema que pauta a política no mundo inteiro e no Brasil não é diferente.


Edmar Lira


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