quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

TORITAMA REDUZ MAIS DE 25% NOS CRIMES DE HOMICÍDIO EM 2018
A cidade de Toritama, Agreste Setentrional de Pernambuco, está entre os municípios que registrou uma significativa redução nos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) no ano de 2018. A Capital do Jeans, de janeiro a dezembro do ano passado foi palco para 29 assassinatos, 10 a menos que 2017, o que representa -25,64%.

O único mês que o município não registrou homicídio foi o de Outubro, entretanto os mais violentos foram Janeiro e Fevereiro com 5 crimes de mortes cada, seguido por Maio quando houveram 4 mortes por meio de assassinato.
37,93% dos Crimes Violentos Letais Intencionais foram praticados durante a tarde, mesmo percentual dos cometidos durante a noite. Apenas um homicídio aconteceu pela madrugada e o restante pela manhã.

Outro dado que chama atenção, é que 100% das vítimas foram do sexo masculino e 17,24% tinham 18 anos de idade ou menos, enquanto que 68,96% de 19 à 40 anos. 13,8% das vítimas tinham mais de 41 anos de idade quando foram executadas.

O bairro da Cohab foi a mais violenta de 2018 na cidade de Toritama, tendo sido palco para 8 dos 29 assassinatos. 96,55% dos homicídios foram praticados por meio de arma de fogo, já que apenas um deles foi através de arma branca.

“Com a pouca estrutura que temos, acredito que conseguimos desempenhar um bom trabalho”, comemorou a delegada Dra. Erika Feitosa – titular da 129ª Circunscrição – em entrevista concedida ao repórter Niedson Lopes.

A Delegada ainda pontuou que, em fevereiro, quando assumiu a unidade, o município já havia contabilizado sete crimes de mortes.

“Apesar de ainda não ser um número ideal, ainda se mata muito em Toritama! Houve uma redução importante e acho que é um reflexo do trabalho conjunto da Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia especializada do BEPI, até mesmo a população ganhando confiança na Polícia e denunciando mais, com isso a gente consegue chegar nos bandidos, criminosos, com isso a gente consegue reduzir a criminalidade”, explicou.

Ouça a entrevista



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