quarta-feira, 15 de maio de 2019

Governo Bolsonaro rebate aliados e nega recuo de cortes na educação 
Governo Bolsonaro rebate aliados e nega recuo de cortes na educação
Na véspera da greve nacional em defesa da educação, prevista para esta quarta-feira (15), o governo federal vive um impasse. De acordo com o portal UOL, líderes partidários reunidos com Bolsonaro nesta terça-feira (14) disseram que o presidente pediu para rever o congelamento de parte de recursos de universidades. Minutos depois, porém, o Ministério da Educação (MEC) e a Casa Civil vieram a público para negar a informação. 

"O presidente Jair Bolsonaro ligou para o ministro Abraham Weintraub na nossa frente e pediu para rever [os cortes]. O ministro tentou contra-argumentar, mas não tem conversa", disse o líder do PSL na Câmara dos Deputados, Delegado Waldir (PSL-GO), ao UOL. 

 Segundo o portal, o MEC e a Casa Civil do governo negaram a informação, que foi confirmada por quatro líderes partidários. "O Ministério da Educação esclarece que a informação [de que os cortes foram suspensos] não procede", informou a pasta em nota. "Não procede a informação de que haverá cancelamento do contingenciamento no MEC. O governo está controlando as contas públicas de maneira responsável", disse a Casa Civil por mensagem após publicação de primeira versão da reportagem do UOL. 

Greve das Federais Ocorre, nesta quarta-feira (15), a greve nacional da educação, que foi convocada pelas entidades da educação e centrais sindicais em resposta aos cortes de verbas anunciados pelo Ministério da Educação. Em Pernambuco, professores das universidades públicas do Estado já anunciaram que vão aderir à mobilização. 

Na última quinta-feira (9), as Associações de Docentes da Universidade Federal de Pernambuco (Adufepe) e da Universidade Federal Rural de Pernambuco (Aduferpe) e o Sindicato dos Servidores dos Institutos Federais de Pernambuco (Sindssif-PE) decidiram participar dos atos programados para esta quarta-feira (15). 


 Informações do JC Online


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