segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Na Capital Pernambucana falta projeto para a oposição em 2020 
Estamos a um ano do começo das eleições municipais e o que se comenta é sobre quem será ou não candidato em 2020 a prefeito do Recife. A oposição já surge com nomes que se autointitulam pré-candidatos como Mendonça Filho e Marco Aurélio e conta com quadros que estão na base governista que sonham com a hipótese de disputar a prefeitura como André de Paula e Raul Henry.

As discussões sobre nomes são legítimas mas perdem efetividade porque o mais importante neste momento é discutir os problemas da cidade para apresentar um projeto consistente que encante os recifenses. A partir do momento em que se fala somente em nomes, a oposição está querendo construir uma casa pelo telhado, o que naturalmente caminha para o fracasso.

Quando Eduardo Campos escolheu Geraldo Julio como candidato a prefeito do Recife, montou um projeto que tinha começo, meio e fim, como a construção dos Compaz, das Upinhas, do Hospital da Mulher e tantos outros projetos que conquistaram o eleitorado recifense.

Hoje a oposição peca por não discutir a cidade com a sociedade civil organizada. É fundamental que essa discussão exista antes do período eleitoral para ter o diagnóstico dos problemas e suas respectivas soluções para serem apresentadas aos recifenses durante a eleição.

Se continuar discutindo nomes sem apresentar um projeto respeitável, o eleitor recifense que aprova Geraldo Julio não terá motivos para trocar o certo, que é a gestão do PSB, pelo duvidoso que é uma oposição desarticulada e desorganizada.


Blog do Edmar Lyra


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