sábado, 21 de setembro de 2019

É preciso reconhecer os avanços do governo Bolsonaro
Quem acompanha a mídia tradicional, sobretudo a televisiva, fica com a sensação de terra arrasada no país, como se nada do governo Bolsonaro em oito meses de existência tivesse algo de positivo. A perseguição de setores da mídia tradicional ao governo do presidente Jair Bolsonaro tem sido implacável, atribuindo ao atual governo as mazelas que existiriam durante os dezesseis anos de governos do PT, como por exemplo os quase 13 milhões de desempregados.

O governo Bolsonaro está longe de ser uma unanimidade positiva, mas igualmente está longe de ser o desastre que parte da mídia tradicional quer repassar para a sociedade. O governo já coleciona avanços na reforma da Previdência, que quase todos que o antecederam foram incapazes de realizá-la, na infraestrutura tem realizado concessão de rodovias, portos e aeroportos, abrindo o mercado para companhias aéreas e consequentemente reduzindo o preço das passagens, num trabalho firme do ministro Tarcísio Gomes de Freitas. Na segurança pública, todo o país teve redução significativa do número de crimes graças às políticas públicas do ministro Sergio Moro.

Já atraiu investimentos privados e estrangeiros graças à credibilidade da equipe econômica, liderada pelo ministro Paulo Guedes, que vem imprimindo um ritmo de trabalho que visa modernizar a economia do país. Além de muitos outros acertos que o presidente Jair Bolsonaro conseguiu colocar em prática.

O governo Bolsonaro, apesar de uma torcida contrária, vem colecionando avanços significativos e tem todas as condições de concluir 2022 com um país muito melhor do que recebeu no início de 2019. Se mantida a média de geração de empregos, por exemplo, poderemos devolver ao país cerca de três milhões de postos de trabalhos que foram devastados pelos governos do PT.

É preciso criticar o governo e o presidente quando houver erros, que sejamos implacáveis com seus erros, mas saibamos reconhecer da mesma maneira quando se tem acertos. É assim que se faz um jornalismo que a sociedade busca, talvez seja por conta desta campanha difamatória da mídia tradicional que os brasileiros, em especial aqueles que acreditam no presidente da República, estão cada vez mais afastados dos conglomerados tradicionais de comunicação para dar espaço às mídias mais dinâmicas e sintonizadas com a realidade política que o Brasil está vivenciando.


Edmar Lyra


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