segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Deputado faz cruzada contra o veto do rateio dos precatórios
O deputado federal Fernando Rodolfo (PL-PE), está fazendo uma cruzada pelo Nordeste promovendo o engajamento de professores num movimento que pede a derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), no caso do rateio dos precatórios do Fundef.

Em apenas seis dias, Fernando Rodolfo já percorreu mais de 14 cidades nos estados de Pernambuco e do Piauí. Nos encontros, o deputado apresenta aos professores e líderes sindicais a campanha contra o veto e orienta como deve ser o engajamento na tentativa de convencer deputados e senadores.

Luta antiga de Rodolfo, o movimento nasceu após o presidente Jair Bolsonaro vetar parcialmente a lei 14.057/20, que regulariza o pagamento de precatórios do governo federal e garante o rateio de pelo menos 60% dos precatórios do Fundef com os profissionais do magistério.

“Eu estou nessa luta há muito tempo, por isso sei da importância dessa mobilização e decidi percorrer os estados do Nordeste em busca desse apoio. Se a mobilização ficasse restrita apenas ao meu estado, a chance desse veto cair seria mínima”, falou o deputado.

Ao lado do deputado Bacelar (PODE-BA), Fernando Rodolfo lançou um site com o posicionamento de todos os parlamentares do Congresso Nacional em relação ao veto: www.naoaovetodorateio.com.br. No site também está disponível um abaixo-assinado que já conta com mais de 50 mil assinaturas, onde professores de todo o Brasil e a sociedade de uma forma em geral têm manifestado seu apoio ao movimento.

O roteiro de Rodolfo segue ainda pelos estados do Maranhão, Ceará e Bahia, mas pode ser interrompido, caso o Congresso Nacional convoque uma sessão para apreciar o veto nesta quarta-feira. “Se isso acontecer, eu vou suspender o meu roteiro porque precisarei acompanhar os bastidores da sessão. O prazo legal do veto encerra no dia 14 de outubro, ou seja, se não for apreciado agora, ainda teremos mais 15 dias de luta, onde eu espero concluir meu roteiro pelos cinco estados nordestinos, porque enquanto houver tempo haverá luta”, concluiu Rodolfo.



Magno Martins

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