terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Mãe das crianças mortas em acidente em Alcantil Cariri Paraibano, é liberada do hospital para acompanhar velório e sepultamento dos filhos
O Hospital Regional de Emergência e Trauma Dom Luis Gonzaga Fernandes, em Campina Grande, concedeu alta hospitalar para que Arístia Pereira da Silva, de 32 anos, pudesse acompanhar o velório e sepultamento de seus dois filhos, mortos numa acidente automobilístico ocorrido na tarde deste domingo (01), na BR 104, próximo ao município paraibano de Alcantil.

Arístia dirigia o carro em que viajava com as duas crianças e capotou o veículo, supostamente por ter tentado desviar de um motociclista que fazia manobras arriscadas na pista. Este fato, relatado por testemunhas, está sendo investigado pela polícia, que ainda não conseguiu identificar o condutor da motocicleta.
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No acidente, o filho mais velho de Arístia, Guilherme, de sete anos, morreu na hora. O irmão dele, Tobias, de quatro anos, ainda foi socorrido junto com a mãe para o Hospital Regional de Emergência e Trauma Dom Luis Gonzaga Fernandes, em Campina Grande, mas não resistiu e veio a óbito. Eles deram entrada na unidade hospitalar por volta das 15h30 do domingo e a morte de Tobias foi confirmada por volta das 16h40.

A mãe dos meninos teve um trauma no cotovelo esquerdo, passou por procedimento cirúrgico e encontra-se estável. Em entrevista, o ortopedista Júlio César Castro, da equipe médica do Trauma, disse que a paciente foi liberada para participar do velório e sepultamento dos dois filhos, mas que retornará à unidade hospitalar para verificação de seu estado de saúde.

Segundo ele, clinicamente o estado da paciente é estável, mas ela está muito abalada emocionalmente, pela perda dos dois filhos. “Ela está estável, do ponto de vista ortopédico e médico, mas com o emocional e o psicológico bem abalado, devido às perdas dos filhos”, afirmou o profissional médico. “Hoje a gente reavaliou, ela vai poder sair par acompanhar o velório dos filhos e vai retornar para a gente avaliar o ferimento dela”, completou o Dr. Júlio César.


Carlos Magno / Riacho em Foco

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